Economia

Expectativa de crescimento no setor de financiamento imobiliários



Os bancos e financeiras em todo o Brasil passaram a criar novas linhas de crédito para contemplar os mais distintos perfis de clientes, após a última movimentação do mercado.

É que, em maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, na tentativa de conter a inflação, elevou em 1% a taxa básica de juros (Selic) , passando de 11,75% para 13,25% ao ano, a décima alta ininterrupta de 2022.

Com a última elevação, a Selic, um título público federal que permite que investidores emprestem dinheiro ao governo em troca de juros, alcançou o seu maior nível desde o início de 2017.

O destaque entre as modalidades de crédito está no financiamento imobiliário.

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), após calcular que em 2021 o financiamento imobiliário teve alta de 46%, estima uma previsão de alta na casa de 2% para 2022, fechando em R$ 260 bilhões. Se confirmado, o número renovará o recorde histórico do setor.

Para a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), a alta da Selic impactará negativamente o setor imobiliário, uma vez que a taxa dos financiamentos de imóveis é atrelada aos rendimentos da poupança e tudo indica que esta não irá subir na mesma proporção que a Selic.

Pelo contrário, especialistas no ramo acreditam que este é um bom momento para comprar imóvel financiado.

Diante deste cenário, no momento da compra de um imóvel financiado, é primordial buscar por uma gama de documentos que validam que está tudo na devida ordem e sem impedimentos que possam obstruir a negociação.

Entre eles, destaque para as certidões, que valem para testificar que o processo é realizado com transparência para todos os envolvidos.

Ou seja, as certidões são usadas para dar segurança jurídica, tanto ao comprador quanto ao crédito dado pelo banco ou instituição financeira para aquisição do bem.

Então, no financiamento é normal que a pessoa que depende do crédito para adquirir um imóvel tenha que comprovar que não tem pendências em seu nome que atrapalhem sua capacidade de comprar e pagar pelo imóvel.

“As certidões para financiamento imobiliário são praticamente as mesmas certidões usadas na venda e compra de um imóvel, mas há mudanças de município para município e os prazos de validade das certidões tendem a se extinguir muito rapidamente, o que representa um obstáculo para o comprador, na maioria das vezes”, explica o diretor comercial da Leme Inteligência Forense, Marlon Godoy.

Segundo o especialista, são necessárias no financiamento algumas certidões negativas, as quais ratificam que não há pendências.

Além delas, é necessário adquirir as ações nas Fazendas municipal e estadual, expedidas pelas Secretarias de Fazenda do município e do estado; as certidões cíveis e ações na Justiça Federal, emitidas no Fórum da Justiça Eleitoral; as ações de tutela, interdição ou curatela (obtidas junto ao Cartório de Registro Civil); as de propriedade de imóvel, exigidas para programas específicos ou uso do FGTS; e de possíveis dívidas e contribuições federais, adquiridas na Receita Federal.

Para Marlon, se, por um lado juntar todas essas certidões é um processo trabalhoso e burocrático, por outro, sem esse trâmite, haveria total insegurança.

“Já pensou comprar um imóvel financiado arrolado com uma dívida ou alienação não reveladas? Pois então: as certidões servem como instrumento de prevenção, resguardando as partes e auxiliando-as a não ter surpresas desagradáveis”, avalia Marlon.

Neste sentido, a Leme Inteligência Forense tem, entre sua gama de produtos, a Central de Certidões, a qual, possui uma base de mais de 30 mil órgãos, entre eles judiciais e extrajudiciais, todos cadastrados e atualizados em sua plataforma online, agilizando o processo de documentação na compra e venda de imóveis, resolvendo questões como a papelada para o financiamento imobiliário de maneira prática, ordenada e tranquila.

Fonte: Engenharia de comunicação



Fonte: Portal Contábeis

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